-
O renomado pesquisador em vacinas, Peter Hotez, da Baylor College of Medicine (EUA), alertou que está ocorrendo um novo surto de febre amarela no Brasil e na Colômbia — com sinais de expansão das áreas infectadas para além da Amazônia houstonchronicle.com.
-
Ele destaca que os Estados Unidos estão vulneráveis, já que:
-
Não possuem estoque estratégico de vacina contra febre amarela.
-
A vacina atual (17D, dos anos 1930) é difícil de produzir em grande escala e tem efeitos colaterais significativos ensaiosclinicos.gov.br+10houstonchronicle.com+10pt.wikipedia.org+10.
-
-
Além disso, mosquitos Aedes aegypti — vetores da doença — são prevalentes em áreas urbanas vulneráveis, aumentando o risco de surtos, especialmente no clima favorável à proliferação do inseto .
-
Hotez também alerta que, embora uma vacina mRNA moderna possa ser uma solução rápida, os entraves regulatórios nos EUA têm retardado o desenvolvimento dessa alternativa houstonchronicle.com.
-
O cientista defende uma vigilância global reforçada, políticas de saúde pública mais agressivas e a criação de um estoque internacional de vacinas, para evitar que o atual surto evolua para uma crise semelhante à que ocorreu no passado.
✅ Por que isso importa:
-
A febre amarela é uma doença grave, com risco de falência hepática e alta letalidade.
-
Embora os casos no Brasil estejam restritos a determinadas regiões, a doença ultrapassa fronteiras, ameaçando áreas urbanas densas.
-
A falta de disponibilidade de vacina e os desafios para inovação podem facilitar uma ameaça global.






